Heath or Disease

Adoecemos porque queremos

Hoje lembrei-me de vos escrever algo que tem um verdadeiro impacto na vossa vida e na vossa saúde. As vossas escolhas. O título deste artigo pode parecer chocante, mas não é. Tudo na vida é fruto das nossas escolhas e, por isso, a doença também. Assim como escolhemos estar doentes, também podemos escolher permanecer saudáveis. Em tempos escrevi um artigo que se intitulava “Porque adoecemos?” (https://www.similar.pt/2017/06/30/porque-adoecemos/). Aí referia que “os fatores pelos quais adoecemos são resultantes do nosso modo de vida, dos nossos hábitos, hábitos alimentares, pensamentos e emoções negativas, para além da utilização indiscriminada e precoce de vacinas e de certos medicamentos, como os antibióticos, anti-inflamatórios, corticosteroides, cremes com fatores de proteção solar elevados ou a exposição excessiva a radicais livres ou a outras substâncias químicas presentes no ambiente e que colocam o nosso organismo sob stress oxidativo”. Tudo isto é fruto das nossas escolhas. Escrevi ainda que “quando as doenças agudas não são adequadamente tratadas, quando os sintomas são suprimidos e o sistema imunitário, como consequência se torna mais fraco, o quadro geral de saúde ficará permanentemente comprometido e a doença, que era superficial, passará para níveis mais profundos, para órgãos de maior importância vital”. Daí o aparecimento das doenças crónicas. E não menos importante que “ao suprimirem-se os sintomas, poderemos ficar com a impressão inicial de que o quadro geral melhorou, mas, de facto, a doença irá tornar-se cada vez pior. É invenção puramente intelectual afirmar que os sintomas são manifestações negativas e que devem ser eliminados ou suprimidos. São antes mecanismos biológicos de aviso e de adaptação”. A medicina moderna, que tem coisas absolutamente fantásticas em casos de emergência médica, contrariamente ao que se diz, não salva vidas nem cura doenças. As vidas só serão salvas se for essa a nossa escolha porque podemos querer lutar como podemos querer deixar de lutar e por isso os milagres de qualquer medicina só acontecem porque cada um escolheu viver e não morrer. E também não cura doenças porque a utilização de substâncias químicas, tóxicas para o nosso organismo, se limitam a interromper processos fisiológicos, suprimindo os processos inflamatórios necessários ao processo de cura ou a interromper processos mentais e emocionais, mantendo as pessoas adormecidas e sem capacidade de reação e, portanto, sem capacidade de escolha. O nosso corpo físico, mental e emocional deixa assim de funcionar em harmonia e em equilíbrio. A hereditariedade é outra das formas de desculpar as nossas escolhas. A hereditariedade nada mais é do que a prossecução dos nossos padrões e crenças. Estes padrões e crenças muitas das vezes, diria mesmo, na sua grande maioria, são geracionais e comportamentais. São esses padrões e essas crenças que nos levam a seguir aquilo que os outros nos dizem ao invés de seguirmos a nossa intuição para uma escolha consciente e individualizada. Por isso sim, a saúde e a doença são escolhas individuais e intransmissíveis. Quando me refiro às doenças obviamente que me refiro às doenças crónicas e não às patologias agudas, porque estas são reações normais do nosso corpo a ataques exógenos no sentido de os combater e expulsar. É muito importante deixar que o processo inflamatório se processe normalmente, sem intervenção de substâncias químicas que o travam. A supressão de uma doença aguda gera mais tarde, inevitavelmente, uma doença crónica. “A doença é uma palavra não dita”. Um mau pensamento gera uma má emoção que, por sua vez, vai gerar um mal-estar físico. Imagine a força de anos e anos de maus pensamentos, de sofrimento, de raiva, de angústia e ansiedade, de emoções suprimidas. Imagine a quantidade de agentes tóxicos internos e externos que precisará para se manter ainda mais doente, na esperança de uma cura milagrosa? Um bom pensamento vai gerar uma boa emoção que, por sua vez, vai geral um bem-estar físico. Imagine viver anos e anos com alegria, paz, amor e gratidão. Imagine a felicidade que o seu corpo sente quando não necessita de nada para se manter saudável. Qual o tipo de pensamento que quer para si? Qual a sua escolha? SEJAM FELIZES.
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