Vamos lá transmitir um pouco de calma.
1. Os coronavírus não são vírus recentes, são estudados desde 1970.
2. Não se sabe a origem desta estirpe do vírus.
3. Apesar de se propagar com alguma rapidez o número de mortes é somente de 2% dos infectados.
4. Pessoas idosas débeis, doentes crónicos e pessoas com outras doenças que debilitam o sistema imunitário são as que morrem em consequência da instalação do vírus.
5. O vírus não mata pessoas saudáveis com um sistema imunitário forte.
6. O número de mortes por gripe em Portugal em 2018-2019 foi de 3.331 pessoas.
7. O número de infectados corresponde a 0,00041% da população mundial e o número de mortes a 0,00001%.
8. O número de infectados corresponde a 0,00225% da população chinesa e o número de mortes a 0,00005%.
10. Há que ver menos televisão com notícias alarmantes e seguir as indicações dos profissionais de saúde.
11. Existem tratamentos naturais como a 𝗛𝗼𝗺𝗲𝗼𝗽𝗮𝘁𝗶𝗮 com resultados extraordinários no controle de epidemias. A mais recente, em 2007 em Cuba num surto de Leptospirose.
12. O Ministério da Saúde Natural (AYUSH) na Índia sugere a 𝗛𝗼𝗺𝗲𝗼𝗽𝗮𝘁𝗶𝗮 como proposta terapêutica.

Ainda há pouco tempo me disseram que não sabia tudo. Eu diria mais, “eu sei que nada sei”.
E por isso vou procurar conhecimento de quem sabe e muitas vezes à história escrita por quem sabe.
Ninguém fala da medicina natural no combate ao CORONAVÍRUS. Porque será? Qual o medo que se esconde por detrás do escárnio e maldizer?
Começam a surgir fórmulas de plantas utilizadas na Medicina Tradicional Chinesa, uma delas com resultados clínicos fantásticos no tratamento do CORONAVÍRUS. Mas ninguém dá importância. Os meios de comunicação estão calados a esse respeito.
E ninguém fala de Homeopatia. Por isso deixo alguns exemplos do que foi o sucesso terapêutico da Homeopatia em casos de epidemias no passado longínquo e no passado recente.
Em 1799 em Konigslutter, Alemanha numa epidemia de Escarlatina, os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade elevada enquanto que com um medicamento Homeopático administrado a centenas de pessoas, mortalidade foi zero.
Em 1813 na Alemanha durante uma epidemia de Tifo em plena Invasão Napoleónica, os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade superior a 30% enquanto que em 180 casos tratados com Homeopatia só ouve duas mortes (1%)
Em 1831 na Europa numa epidemia de Cólera os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade entre 40% e 80% (em cada 5 pessoas, 2 a 4 morriam), enquanto que com Homeopatia, em Londres morreram 9%, na Bavaria 7%, na Rússia 10% e na Áustria 33% contra 66%. A Lei que proibia a homeopatia neste país foi revogada.
Em 1854 em Londres numa epidemia de Cólera os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade de 59,2%, enquanto que com Homeopatia a taxa de mortalidade foi de 9%.
Em 1892 em Hamburg, Alemanha numa epidemia de Cólera os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade de 42% enquanto que com Homeopatia a taxa de mortalidade foi de 15,5%
Em 1853 nos Estados do Sul nos EUA numa epidemia de Febre Amarela, os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade de 15% a 85%, consoante os Estados, enquanto que com Homeopatia a taxa de mortalidade foi de 5,73%.
Em 1878 em New Orleans nos EUA numa epidemia de Febre Amarela os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade de 50%, enquanto que com Homeopatia a taxa de mortalidade foi de 5,6%
Entre 1862 e 1864 em New York nos EUA numa epidemia de Difteria os métodos Alopáticos revelaram uma mortalidade de 83,6% enquanto que com Homeopatia a taxa de mortalidade foi de 16,4%.
Em 1918 no Ohio nos EUA numa epidemia de Gripe Espanhola (Influenza pandemia), os métodos Alopáticos revelaram em 24.000 casos uma mortalidade de 28,2%, enquanto que com Homeopatia, em 26.000 casos a taxa de mortalidade foi de 1,05%
Mais recentemente, em 2007, em Cuba numa epidemia de Leptospirose, por falta de vacinas disponíveis foi produzido um medicamento homeopático a partir das estirpes bacterianas da leptospirose, o Nosolep (Nosódio). Os casos de Leptospirose aumentaram 27% excepto nas três províncias que foram intervencionadas com Homeopatia, onde o rácio de infeção diminui cerca de 84%.

Tenho dito.

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